domingo, 3 de fevereiro de 2013

Ouvi a história de uma anciã negra, que estava atendendo a uma dama que visitava a alguns amigos no sul dos Estados Unidos, algum tempo depois da última grande guerra nesse país. A dama disse a servente negra: “é seu dever servir com grande presteza a uma pessoa vinda do norte, pois graças a nós você é livre.” “Livre, senhorita, livre?”, disse a mulher negra; “sou uma escrava, nasci sendo escrava”. “Oh, mas você é livre! Por acaso não sabe que aprovaram uma lei que faz livres a todos vocês?” “Sim, ouvi algo a respeito, e disse a meu amo: ‘fiquei sabendo que todos somos livres’. Ele respondeu: ‘puras fofocas e tontices’, assim que fiquei aqui trabalhando para ele. É verdade, senhorita, que somos livres?” “Sim!” ela responde; “todos vocês são livres, todo escravo é livre agora.” “então”, disse a mulher, “não irei servir mais a meu antigo amo; lhes direi: ‘adeus’”.

E o mesmo sucede quando Cristo nos liberta: não servimos mais ao velho amo Satanás, lhe dizemos “adeus”.

Spurgeon

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