Ouvi a história de uma anciã negra, que estava
atendendo a uma dama que visitava a alguns amigos no sul dos Estados
Unidos, algum tempo depois da última grande guerra nesse país. A dama
disse a servente negra: “é seu dever servir com grande presteza a uma
pessoa vinda do norte, pois graças a nós você é livre.” “Livre,
senhorita, livre?”, disse a mulher negra; “sou uma escrava, nasci sendo
escrava”. “Oh, mas você é livre! Por
acaso não sabe que aprovaram uma lei que faz livres a todos vocês?”
“Sim, ouvi algo a respeito, e disse a meu amo: ‘fiquei sabendo que todos
somos livres’. Ele respondeu: ‘puras fofocas e tontices’, assim que
fiquei aqui trabalhando para ele. É verdade, senhorita, que somos
livres?” “Sim!” ela responde; “todos vocês são livres, todo escravo é
livre agora.” “então”, disse a mulher, “não irei servir mais a meu
antigo amo; lhes direi: ‘adeus’”.
E o mesmo sucede quando Cristo nos liberta: não servimos mais ao velho amo Satanás, lhe dizemos “adeus”.
Spurgeon
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